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domingo, 1 de setembro de 2013

01-09-2013














 Alma-de-gato.

O alma-de-gato (Piaya cayana), também conhecido como alma-de-caboclo, alma-perdida, atibaçu, atingaú, atingaçu,1 atiuaçu, chincoã, crocoió, maria-caraíba, meia-pataca, oraca, pataca, pato-pataca, piá, picuá, rabilonga, rabo-de-escrivão, tinguaçu, urraca,2 e tincoã, é uma ave cuculiforme da família Cuculidae, encontrada em matas e cerrados de todos os países da América que se localizam entre o México e a Argentina, incluindo o Brasil. Atualmente, essa ave pode ser encontrada em parques (por exemplo, no campus da Universidade de São Paulo) e nos bairros nobres cujas casas tenham grandes jardins, como, por exemplo, no Centro de São Paulo.
Seu canto se assemelha a um gemido, especialmente o de um gato. Por isto, é conhecido como "alma-de-gato", "alma-perdida" e "alma-de-caboclo". Sua longa cauda se assemelha à pena utilizada pelos escrivães, daí seus nomes de "rabo-de-escrivão" e "rabilonga". "Chincoã" possui origem onomatopaica.3 "Tinguaçu" vem do tupi timgwa'su, "nariz grande".4
ais aves medem cerca de sessenta centímetros de comprimento, possuem plumagem ferrugínea nas partes superiores, peito acinzentado, ventre escuro, cauda longa, escura e com as pontas das retrizes claras, bico amarelo e íris vermelha.

Percorre rápida e silenciosamente, em voos de curta distância, os galhos da floresta à procura de insetos, pequenos vertebrados e frutas.

O ninho é construído com folhas, no formato de uma taça, escondido na vegetação densa. Nele, a fêmea deposita dois ovos brancos em cada postura.




 Alma-de-gato.





 Alma-de-gato.




 Alma-de-gato.


 Alma-de-gato.




Aranha-caranguejo

A Aranha-caranguejo (Heteropoda venatoria) é uma aranha da família dos esparassídeos, largamente tropical, de coloração parda e corpo achatado, cuja conformação das patas lhe permite andar de lado. A espécie possui hábitos noturnos é freqüentemente encontrada em cachos de bananas. Também é conhecida pelo nome de aranha-das-casas.
Curiosidades: voce sabia que a aranha carangueijo e conhecida como suicida,porque em epocas de pouco alimento a aranha carangueijo se mata dando seu corpo como alimento para seus filhotes.



Aranha-caranguejo


Aranha-caranguejo




Aranha-de-prata

A Aranha-de-prata (Argiope argentata) é uma aranha da família dos araneídeos, que apresenta colorações amarela, branca, preta e prateada. A espécie vive em teias geométricas construídas geralmente entre folhas e galhos. Também é conhecida pelo nome de aranha-dos-jardins. A fêmea é muito maior do que o macho.
Quando o macho se aproxima, a fêmea dá-lhe indicação para que se retire erguendo-se na sua teia. Caso o macho consiga aproximar-se da fêmea e acasalar, esta pica-o e envolve-o em seda, como se tratasse de uma presa qualquer que embatesse em sua teia. Por fim, a fêmea leva o macho para a parte da teia e come-o. Mas ao menos dá mais tarde bebês que garantem a continuação da espécie.

Aranha-de-prata













segunda-feira, 26 de agosto de 2013

26-08-2013

Choca-listrada

Choca-listrada

Choca Listrada







Sabiá-do-campo

O sabiá-do-campo (Mimus saturninus) é uma ave famosa por seu vasto repertório de cantos, que incluem imitações de outras espécies. Também pode ser chamada de tejo-do-campo, sabiapoca ou Calhandra.
Apresenta a caracteristica de ave Sinantrópica, ou seja, pode se adaptar as grandes cidades, desde que estejam disponíveis água e áreas verdes onde eles possam pousar, caçar e fazer ninhos.
É comum vê-los em pequenos bandos de 3 a 7 indivíduos (como observados em Taubaté - SP, cidade de 300.000 habitantes ou mesmo em cidades maiores como Belo Horizonte - MG), são bastante dóceis e não temem a presença humana, ao contrário dos pardais e bem-te-vis que são muito "ariscos".

Aparência

Ave inteiramente marrom, com as partes de baixo mais claras, possui uma faixa marrom-escura atravessando os olhos e uma sobrancelha branca. A ponta da Cauda também é branca. É comum vê-lo levantando a cauda durante os segundos após seu pouso sobre galhos finos, antenas e fios da rede elétrica.

Alimentação

Alimenta-se principalmente de invertebrados e frutos, bem como de filhotes de outras aves retirados dos ninhos. Dentre os invertebrados, os insetos (formigas, cupins, besouros) constituem a maior parte das presas.
Os frutos podem ser silvestres (neste caso de pequeno tamanho, engolidos inteiros) ou cultivados, como banana, mamão, laranja e abacate. As sementes não são digeridas, e atravessam intactas o tubo digestivo. A ave atua, assim, como dispersora das sementes dos frutos que ingere.
A maior parte do alimento é obtida enquanto a ave caminha pelo solo. Outros métodos de alimentação com presas animais são menos freqüentes, como a captura de insetos em vôo a partir de poleiros elevados, ou com saltos a partir do solo.
Frutos são coletados pela ave empoleirada; frutos de grande tamanho, cultivados, podem ter parte de sua polpa consumida após caírem ao solo.

Reprodução

A ave constrói o ninho com gravetos secos em forma de taça rala sobre árvores ou arbustos e em certos locais, sobre os grandes ninhos abandonados de outros pássaros. Choca, em média, 2 a 3 ovos verde-azulados, pintados de sépia, chocando, às vezes, os ovos de outros pássaros. O casal é auxiliado por um terceiro ou quarto indivíduo do bando, que talvez sejam crias de anos anteriores. Repelem os outros pássaros das proximidades do ninho.

Hábitos

Observado geralmente em bandos, que podem ter até 13 integrantes. Na porção sul de sua distribuição não forma bandos, e costuma viver em casais.
Enquanto caminha pelo solo, de tanto em tanto abre ambas asas numa exibição denominada "lampejo de asas", cuja finalidade não é entendida e que é observada também em outras espécies do gênero. O lampejo pode ser executado também quando a ave se depara com uma ameaça em potencial (humanos próximos demais, serpentes)

Sabiá-do-campo



Sabiá-do-campo



Sabiá-do-campo

Sabiá-do-campo

Sabiá-do-campo

Sabiá-poca

O sabiá-poca é uma ave passeriforme da família Turdidae. É um dos sabiás mais conhecidos pelos brasileiros, seja por seu aspecto físico, seja por seu canto triste. Nas diversas regiões possui os mais variados nomes comuns: sabiá-branco, sabiá-do-peito-branco, sabiá-bico-amarelo, sabiá-bico-de-osso e sabiá-bico-de-louça.

Características

Para identificá-lo, a característica mácula escura, parecendo ser negra em alguns exemplares, entre o olho e o bico. Além disso, a cabeça é mais achatada, parecendo que o bico está no mesmo plano da testa. O papo branco e os riscos variam conforme o indivíduo. Algumas aves parecem ter uma gola branca separando os riscos do peito. Logo que saem dos ninhos, os juvenis apresentam o peito e barriga todo pontilhado de bolas marrom-oliváceas, bem como as costas e asas pontilhadas de marrom claro. As penas das asas mantém essas características por mais tempo, provavelmente até o segundo ano de vida. Apresenta tamanho médio em torno de 21 centímetros, olhos grandes com uma marca escura no loro, região que fica entre o bico e o olho dando a ele um ar de bravo, bico amarelado, longo, forte e pouco curvo, pernas cor-de-avelã.

Alimentação

Alimentam-se de invertebrados e pequenos frutos, principalmente no solo. Como outros sabiás, gostam de ciscar com o bico as folhas secas e escavar o chão. A cada movimento com o bico para a lateral, dão um salto para trás e ficam procurando presas, imóveis por alguns segundos. Se nada aparece, saltam para a frente, ciscam e retornam à posição original. Quando os frutos das figueiras estão caindo no chão, concentram-se sob a árvore e fartam-se.

Reprodução

Em agosto inicia-se a reprodução. Nessa época, aparecem as aves com o bico amarelo vivo, uma característica ligada à reprodução. Aves juvenis ou adultos fora do período reprodutivo têm o bico escuro ou com diferentes proporções de amarelo. Nidifica em arbustos isolados. O ninho apresenta formato de tijela, é feito com raízes e fibras com acabamento de barro nas paredes laterais dando solidez, dentro há um acolchoado de raízes finas e macias sem o barro. Coloca 3 a 4 ovos, bojudos e com a ponta alongada, azul-esverdeado com manchas e pintas ferrugíneas. O casal fica junto no período de incubação.

Hábitos

Pousado ou no chão, possuem o característico hábito de balançar a cauda rapidamente na vertical. O piado de contato é traduzido por póca, nome tupi para barulho. Além desse chamado, um característico miado baixo.



Saíra-amarela

Tangara cayana, conhecido popularmente por saíra-amarela, saí-amarelo ou saí-de-asas-verdes, é uma ave passeriforme da família Fringillidae.

Caracterização

A saíra-amarela mede aproximadamente 14 cm de comprimento. Possui plumagem de coloração amarelo-prateado e uma notável máscara negra, a qual é diferente em algumas subespécies ou raças. A fêmea é mais pálida e não possui a cor negra. As asas apresentam uma coloração verde brilhante.
Vive em capoeiras, cerrado, podendo ser encontrado em quintais. Ocorre das Guianas e Venezuela à Amazônia, Brasil central e Nordeste até o Paraná e Paraguai.



Saíra-amarela

Sanhaço-cinzento

O sanhaço-cinzento [Thraupis sayaca (Linnaeus, 1766)], também conhecido como sanhaço-do-mamoeiro,1 é um pássaro da família Thraupidae, nativo da Argentina, Brasil, Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai.

Caracterização

O sanhaço-cinzento mede de 16,5 a 19 cm de comprimento, pensando em média 42 gramas. Possui plumagem cinzenta fosca e ligeiramente azulada, com partes inferiores mais claras. As rêmiges são marginadas de um azul um pouco mais pronunciado com reflexos verdes, próximo de azul-turquesa, o mesmo efeito encontrado nos ombros e nas margens das tetrizes. Jovens têm uma cor mais esverdeada-pardacenta. É facilmente confundido com o seu parente próximo, Thraupis episcopus, mas este tem o ombro de tom branco.
Sua população não foi quantificada mas é descrito como uma ave comum; ocorre em uma grande área e a tendência da população global é se manter estável. Desta forma, a IUCN a classifica como em condição pouco preocupante. Contudo, na Colômbia já foi extinto, e as populações peruanas são pequenas, compostas por visitantes ocasionais que não nidificam no local.
A espécie recebeu sua denominação em 1766, descrita por Lineu, mas sua taxonomia não é muito clara, e já foi proposta sua fusão com a espécie Thraupis episcopus. Também foi sugerido que forme uma superespécie com Thraupis episcopus e Thraupis glaucocolpa. São reconhecidas três subespécies, com variações ligeiras na cor da plumagem e região de origem:
  • Thraupis sayaca boliviana Bond & Meyer de Schauensee, 1941
  • Thraupis sayaca obscura Naumburg, 1924
  • Thraupis sayaca sayaca (Linnaeus, 1766)

Ecologia e biologia

Sua área de ocorrência atual se estende por todo o litoral leste da América do Sul entre a região de São Luís, no Brasil, até a região de Buenos Aires, na Argentina, e dali se estendendo para dentro do continente até encontrar os Andes do Peru até a Argentina, mas não ocorre na Bacia Amazônica. No Brasil é o sanhaço mais comum e popular. Vive em matas abertas, capões, matas ciliares, zonas de cultivo, matas degradadas ou em recuperação, e mesmo em jardins e parques urbanos, tolerando climas de úmidos a semiáridos. Pode viver em altitudes de mais de 3 mil metros, mas usualmente ocupa áreas abaixo dos 2 mil metros.
Vivem solitários ou em pequenos bandos, e são muito competitivos na hora da alimentação. Consomem frutas, flores, folhas, néctar, aracnídeos e insetos, que podem ser capturados em pleno voo.
No ritual de acasalamento o macho agita os ombros para a fêmea. Nidificam em forquilhas de árvores de copa densa, entre 1,5 e 9 m de altura. O ninho é uma taça compacta feita de folhas, musgos e fibras, possuindo um diâmetro de 11 cm. São postos de 2 a 3 ovos, incubados pela fêmea. Após 12 a 14 dias emergem as crias, que são alimentadas por ambos os pais. Com 20 dias de vida os jovens alçam voo.


Sanhaço do Coqueiro

Thraupis palmarum (Wied), vulgarmente chamado de sanhaço-de-coqueiro, sanhaço-pardo e sanhaçu-verde , é um endêmico pássaro traupídeo latino-americano, pertencente à família dos tiês.

Etimologia

"Sanhaço" é oriundo do tupi sa'i wa'su, "saí grande" . "Sanhaço-pardo" e "sanhaçu-verde" são referências à sua coloração pardo-esverdeada.

Caracterização

Mede cerca de 18 cm, pesando em média 36 g. Não apresentam quase nenhum diformismo sexual, a não ser pelo fato da fêmea apresentar uma coloração ligeiramente mais pálida.
Seu habitat inclui áreas semiabertas, campos de cultivo, cerrados, pomares, jardins e ambientes arborizados. O ninho é feito pelo casal, tem a forma de um cesto aberto, geralmente feito de folhas largas e secas, revestido de fibra vegetal. A postura da fêmea é de, em média 2-3 ovos, de coloração creme ou branca com manchas cinzas, sendo que a incubação leva, em média, 13-15 dias. Os filhotes permanecem no ninho por 17-20 dias.
Alimentam-se principalmente de frutos, néctar, aracnídeos de pequeno porte e insetos, incluindo lagartas.

 


Sanhaço do Coqueiro

Gavião-carijó

O gavião-carijó (Buteo magnirostris ou Rupornis magnirostris) é um gavião da família dos acipitrídeos, encontrado em diferentes ambientes, ocorrendo do México à Argentina e em todo o Brasil.
A espécie possui cerca de 36 cm de comprimento, com plumagem variando de cinza a marrom e negro nas partes superiores, peito cinza, asas com base das primárias ferrugíneas, partes inferiores barradas de canela, cauda com quatro ou cinco faixas escuras, ceroma, íris e tarsos amarelos. Alimenta-se geralmente de insetos e aranhas, além de pequenos vertebrados. No Brasil é a espécie de gavião mais abundante.
O gavião-carijó vive em casais que constroem ninhos com cerca de meio metro de diâmetro no topo de árvores. A postura de em média 2 ovos é depositada sobre um revestimento de folhas secas e incubada pela fêmea. Durante este período de cerca de um mês, a fêmea é alimentada pelo macho.
Também é conhecido pelos nomes de anajé, gavião-indaié, inajé, ripino e indaié.


Periquitão-maracanã

O periquitão-maracanã (Psittacara leucophthalmus), também conhecido por aratinga-de-bando, é uma ave da ordem Psittaciformes, família Psittacidae.

Aparência

Trata-se de uma ave quase inteiramente verde, com manchas vermelhas na altura do pescoço e coberteiras inferiores das asas vermelhas e amarelas, que variam dependendo da idade da ave. Mede, em média, entre 30 e 32 cm.

Distribuição geográfica

Ocorre em todo o Brasil, sendo encontrado desde em florestas até cidades. É ave adaptável a ambientes alterados pelo homem.

Dieta

O periquitão-maracanã se alimenta, principalmente, de frutos e sementes porém pode se alimentar também de insetos e bagas .

Hábitos

Vivem em bandos grandes, compostos de 30 a 40 aves ou mais e dormem coletivamente. em variados lugares. Os casais, no entanto, nidificam isoladamente em ocos de pau, paredões de pedra, e também embaixo de telhados de edificações humanas, o que ajuda muito na sua ocupação de espaços urbanos. Mantém-se discretos quando nidificam em habitações, chegando e saindo do ninho silenciosamente e esperando pousados em árvores até que possam voar para o ninho sem serem percebidos. Como a maior parte dos psitacídeos, não coletam materiais para a construção do ninho, colocando e chocando os ovos diretamente sobre o solo do local de nidificação.

Cativeiro

Animais selvagens não devem ser colocados em cativeiro.


Aranha papa-mosca

Salticidae
Salticidae é a família mais numerosa de aranhas, contando com mais de 500 géneros e cerca de 5 000 espécies (cerca de 13% das espécies conhecidas de aranhas) , conhecidas popularmente como aranhas-saltadoras ou aranhas papa-moscas, com distribuição quase mundial. Estas aranhas não fazem teia para caçar, mas ficam à espera, saltando rapidamente sobre a presa. Podem saltar também para se movimentarem, ou para fugirem aos predadores.
No Brasil as principais aranhas a receber esta denominação são classificadas no gênero Philaeus.

Aranha-de-prata

Aranha-de-prata

Aranha-de-prata

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas



Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranhas papa-moscas

Aranha-caranguejo

Essa aranha é capaz de mudar de cor para poder caçar de boa, sem ser notada pelas vítimas! Ela adora flores por ser um lugar preferido de outros insetos como abelhas e borboletas que por sua vez vão em busca de alimentos nessas flores!

A aranha caranguejo pertence a uma das poucas famílias de aranha que não fazem teias. Esta aranha produz uma espécie de seda que saem das suas glândulas fiandeiras, também chamadas de fieiras. Estes fios de seda são utilizados para construção de casulos, para a proteção dos ovos e também para a locomoção. Assim como na maioria das aranhas, o macho é muito menor que a fêmea. Ela normalmente possui o cefalotórax branco ou amarelo e o seu abdômen com formato de ovo.
O macho é todo negro com uma extensa faixa amarela. O abdômen é branco com duas linhas escuras.
Esta aranha ganhou o sobrenome do caranguejo, pelo fato de ambos andarem “de lado”.
Conhecida também como Aranha-Caranguejo-das-Flores, esta predadora espera a passagem dos insetos voadores por entre as pétalas das flores e com as patas posteriores os seguram firmemente, enquanto que com as patas anteriores, que são muito mais fortes e projetadas para fora, agarram os visitantes da flor com uma velocidade surpreendente. Ao mesmo tempo que captura a presa, administra uma picada venenosa. Para se alimentar, a aranha suga a presa por pequenos buracos, de tal forma que é deixado um exosqueleto quase completo sobre a flor. Estas aranhas são capazes de mudar de or e podem camuflar-se de forma impressionante. Apenas as fêmeas adultas têm esta capacidade e a alteração entre as duas cores pode demorar cerca de dias até estar completa.

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